À frente de campanhas como o boicote aos ônibus de Montgomery e de marchas que mobilizam milhares de pessoas, King defendia a desobediência civil e a não violência como estratégia política, inspirado por princípios cristãos e pelo pensamento de Mahatma Gandhi. Seus discursos e ações ajudam a pressionar o poder público por mudanças concretas, abrindo caminho para leis federais que passam a proibir a segregação racial em escolas, transportes, locais públicos e no mercado de trabalho, além de combater mecanismos usados para impedir que a população negra exercesse o direito ao voto. Em 1964, em meio a esse processo de transformação, ele recebe o Prêmio Nobel da Paz, aos 35 anos, reconhecimento pelo impacto internacional de sua atuação.