Cinema

Cinebiografia do rei do pop, “Michael”, estreia com apenas 27% de aprovação crítica no Rotten Tomatoes.

Recepção dividida marca estreia do longa, com crítica negativa e forte apoio do público impulsionado pelo apelo global de Michael Jackson.
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Vinícius

Redator

Global

A cinebiografia “Michael” registrou uma abertura de 27% de aprovação no Rotten Tomatoes baseada na média inicial de avaliações da imprensa internacional. O índice reflete uma recepção majoritariamente negativa por parte dos especialistas até o momento. Segundo os dados publicados, a pontuação decorre da estrutura do roteiro de John Logan, que prioriza a cronologia de sucessos musicais em detrimento de uma análise documental das polêmicas judiciais e pessoais que marcaram a trajetória do artista.


Apesar da recepção gélida da crítica, há um contraste evidente com a reação dos fãs e as primeiras sessões de público, que elogiam as sequências musicais e a fidelidade técnica das performances. A baixa pontuação inicial reflete um dilema comum em cinebiografias de grandes ícones produzidas com o aval do espólio: o embate entre o desejo da crítica por uma investigação psicológica crua e a intenção da família Jackson de preservar o legado artístico de Michael. Para muitos analistas, o filme funciona mais como uma homenagem visual do que como um documento cinematográfico imparcial.
O longa é protagonizado por Jaafar Jackson, sobrinho do cantor, e conta com nomes como Colman Domingo (Joe Jackson), Nia Long (Katherine Jackson) e Miles Teller (John Branca) no elenco principal. Mesmo com o baixo desempenho crítico, as projeções de bilheteria permanecem otimistas devido ao apelo global do Rei do Pop, com analistas prevendo que o sucesso comercial supere as notas das análises técnicas. No Brasil, o público poderá conferir a produção nos cinemas a partir do dia 23 de abril.

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