Para ela, o problema vai além da representatividade e reflete um sistema que limita o acesso a oportunidades e cargos de decisão. A artista também reforçou a necessidade de mudanças estruturais na indústria, defendendo iniciativas que ampliem a inclusão e garantam mais autonomia para profissionais mulheres dentro do cenário musical.
“O mundo da música se torna uma rede dominada por homens, e todas as mulheres incríveis que trabalham como engenheiras e produtoras não têm as portas abertas. As mulheres representam 2% de toda a indústria. Eu sou produtora e estamos aqui, fazendo muito trabalho, arrasando, então é chocante que esse número seja tão pequeno. Em vez de apenas ficar irritada com isso, era hora de criar oportunidades.”