A escolha de Salvador marcou um retorno significativo. Nos nove anos anteriores, o projeto passou por diferentes municípios da Bahia, ampliando o alcance das discussões antes de voltar à capital. A estrutura do evento foi viabilizada pela coordenação geral de Lígia Margarida Gomes, presidente da Associação Protetora dos Desvalidos (SPD), em conjunto com uma equipe responsável pela organização do encontro.
Entre os participantes estiveram Hulda Calla, Giane Vargas e Nelcy de Jesus, que mediaram os debates. Os painéis e grupos de trabalho, conhecidos como “Giras”, contaram com facilitadoras como Ana Neta (quilombo Mulungu), Aliciane Vieira Barros (Fortaleza), Genilda Maria da Silva (Alagoas) e as ativistas baianas Vilma Reis, Eliete Paraguassu e Patrícia Pinheiro. A representação do continente africano reuniu Aminata Arcadia Vaz Jaite (Guiné-Bissau), Camila Machado (Angola) e Vilma Veríssimo (Moçambique).