Entre as lideranças que ajudaram a consolidar esse movimento estão nomes como Sueli Carneiro, Lélia Gonzalez, Ochy Curiel, Epsy Campbell Barr, Sonia Viveros e outras intelectuais e ativistas que ampliaram o debate sobre racismo, feminismo negro e representatividade em diferentes países da região. Ao longo das décadas, a mobilização ganhou força e passou a ser reconhecida internacionalmente como um símbolo da luta por equidade racial, direitos humanos e valorização da contribuição das mulheres negras para a sociedade.
No Brasil, o 25 de julho ganhou um significado ainda maior em 2014, com a sanção da Lei nº 12.987, que instituiu a data como o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra. A homenagem reconhece a líder quilombola que comandou o Quilombo do Quariterê, no século XVIII, se tornando um dos principais símbolos da resistência negra e da luta contra a escravidão.