Cultura

Centro Histórico recebe circuito de arte e cultura com a mostra ‘Um Espelho para Iemanjá’

A exposição gratuita está situada em três espaços simultâneos no Santo Antônio Além do Carmo: o Restaurante La Lupa, o Antique Bistrô e a Ladeira do Boqueirão. A visitação ocorre sempre de terça a domingo, das 12h às 22h.
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Vinícius

Redator

Nacional

Passado o Carnaval, os foliões que pretendem adiar o voo e aproveitar a estadia em Salvador, podem mergulhar no universo artístico da exposição ‘Um Espelho para Iemanjá’. Com entrada franca, a experiência leva o público a conhecer 18 obras em tributo à ‘Rainha do Mar’, localizadas no coração do Centro Histórico da capital.

A iniciativa é do ME Ateliê da Fotografia, que neste ano, traz a 5ª edição do projeto ‘Um Tributo à Iemanjá’ às ruas e acervos da capital baiana. A mostra continua em cartaz até o dia 28 de fevereiro, em três espaços simultâneos no Santo Antônio Além do Carmo: o Restaurante La Lupa, o Antique Bistrô e a Ladeira do Boqueirão. A visitação ocorre sempre de terça a domingo, das 12h às 22h.

Idealizado pelo fotógrafo e curador da mostra Mário Edson, a mostra é sucesso de público desde sua inauguração, no tradicional ‘2 de fevereiro’, na Casa de Yemanjá. Desde então, milhares de baianos e turistas já puderam conhecer de perto as obras de arte e se reconectar com as raízes da ancestralidade.

O espetáculo de arte e fé, segundo a concepção de Mário Edson, é feito através de diferentes técnicas: fotografias, pinturas, desenhos, objetos adornados, instalações e expressões artísticas; que enaltecem há cinco anos a importância da figura histórica de Iemanjá nas celebrações do mês de fevereiro.
“A exposição é um convite ao reconhecimento: reconhecer-se no outro, na natureza, ancestralidade e na própria imagem refletida. É um gesto de escuta e respeito às matrizes culturais afro-brasileiras, afirmando a arte como espaço de memória, espiritualidade e resistência. Ao atravessar esta exposição, que o visitante permita-se refletir, oferecer e receber — como quem se aproxima do mar com um espelho nas mãos e o coração aberto às ondas”, conclui Mário Edson.

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