Entre os principais destaques, Tyler, The Creator encerrou o festival com um show grandioso e inventivo, misturando rap, pop e grande presença de palco, esse que não teve grandes ornamentações, em uma performance que consolidou sua posição como um dos artistas mais criativos da atualidade. Do outro lado do espectro, Doechii fez uma estreia explosiva no Lolla, com um show intenso, quase sem pausas, que flertou com o funk e transformou o palco em uma experiência performática.
A presença brasileira foi um dos pontos altos da edição. Edson Gomes levou o reggae de protesto ao festival, conectando diferentes gerações com letras de forte teor social. Já Negra Li celebrou três décadas de carreira em um dos momentos mais emocionantes do evento, reafirmando sua importância para o rap e o R&B nacional.
A nova cena também brilhou. Stefanie, estreando no Lolla aos 42 anos, abriu espaço para o rap feminino com potência e presença de palco, enquanto N.I.N.A trouxe uma performance que dialoga com as novas linguagens do hip hop. Agnes Nunes encantou com sua delicadeza e conexão com o público, e Jadsa apresentou um rock suingado, carregado de identidade e originalidade.