Criado em 1978 pelo coletivo Quilombhoje, em meio ao fortalecimento do Movimento Negro Unificado (MNU), Cadernos Negros já reuniu textos de mais de 300 escritores e escritoras negras, tornando-se porta de entrada para diversas vozes da literatura brasileira. Entre os entrevistados estão Oswaldo de Camargo, Cuti, Miriam Alves e Conceição Evaristo, que destacam a importância da publicação na valorização de narrativas historicamente silenciadas.