No formato intimista da “mesinha”, Duquesa canta acompanhada por Tami Silveira (teclado), Mari Lima (guitarra), Alana Ananias (bateria), DJ Midi (pickup), Érica Silva (contrabaixo), Colen e Edyelle Brandão (backing vocals) e Nicolls (trompete). A cantora define a experiência como um divisor de águas na carreira, destacando o desafio de revisitar músicas antigas com nova sonoridade e redescobrir sua própria voz sem efeitos, em uma performance crua e potente.
A escolha de uma formação composta por mulheres, majoritariamente negras, carrega simbolismo. Duquesa afirma que deseja ampliar horizontes e inspirar crianças, especialmente periféricas, a se reconhecerem em instrumentos e espaços historicamente negados. Para ela, o projeto abre caminhos e cria novas possibilidades de futuro.