Política

Há 70 anos, Rosa Parks se recusava a ceder seu lugar a um homem branco

Sete décadas depois, o ato de coragem de Rosa Parks segue como marco decisivo na mobilização pelos direitos civis nos EUA.
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Vinícius

Redator

Global

Ontem (1), completaram-se 70 anos do episódio que transformou Rosa Parks num símbolo da luta pelos direitos civis nos Estados Unidos. Rosa, que nasceu em 1913 no Alabama, se tornou conhecida mundialmente quando, em 1º de dezembro de 1955, se recusou a ceder seu assento a um homem branco em um ônibus. O incidente com Parks serviu de estopim para o Boicote aos ônibus de Montgomery, um protesto liderado pelo jovem Martin Luther King Jr., que durou 381 dias. A comunidade negra de Montgomery, demonstrando uma união e resistência pacífica notáveis, evitou o transporte público, causando enormes prejuízos à empresa de ônibus.
Este boicote histórico culminou em uma decisão da Suprema Corte dos EUA que declarou inconstitucional a segregação nos ônibus, marcando uma vitória fundamental na luta contra o racismo institucional e consolidando Rosa Parks como a “Mãe do Movimento dos Direitos Civis”.

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