Suluca foi “saliente no samba”, como gosta de lembrar, requebrava sem cerimônia. Hoje, samba “só um cadinho”, porque o corpo cobra seu preço, mas não abandona os ensaios nem as tradicionais feijoadas na quadra. Vaidosa, aparece sempre bem arrumada, unhas postiças e coloridas, marcando presença como quem sabe o tamanho do seu legado. Tia Suluca é irmã do lendário mestre-sala Delegado e conviveu com nomes como Dona Zica, Dona Neuma e Cartola nos tempos do Buraco Quente, reduto histórico do samba na comunidade.