O documentário acompanha a trajetória do pintor desde a infância no Brooklyn, filho de pais haitiano e porto-riquenho, passando por sua inserção na cena artística e cultural da Nova York dos anos 1970 e 1980 até sua consagração como um dos principais nomes do neoexpressionismo. A produção também destaca sua ligação com a cultura de rua, o grafite, a música e temas como identidade negra, desigualdade social e racismo, elementos que marcaram sua obra e influenciaram gerações. Basquiat morreu em 1988, aos 27 anos, mas continua sendo um dos artistas mais celebrados do mundo, com obras presentes nos maiores museus e em leilões históricos.