Cinema

8 projetos de Daniel Kaluuya

Em seu aniversário, acompanhe a carreira brilhante do ator que já tem um Oscar e um Globo de Ouro no currículo.
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Vinícius

Redator

Global

Hoje, o ator Danie Kaluuya completa 37 anos, famoso pelo longa “Corra”, dirigido por Jordan Peele, e vencedor do Oscar de melhor ator coadjuvante pelo papel de Fred Hampton em “Judas e o Messias Negro”. Selecionamos alguns dos seus maiores projetos na carreira até agora.

Judas e o Messias Negro (2021)

Recrutado pelo FBI, William O’Neal se infiltra nos Panteras Negras e se aproxima de Fred Hampton, uma das principais lideranças do movimento nos Estados Unidos. O filme acompanha a ascensão política de Hampton e a operação que levou à sua traição e assassinato, revelando os bastidores da repressão estatal. A produção recebeu seis indicações ao Oscar e venceu na categoria de Melhor Ator Coadjuvante, com Daniel Kaluuya.

Queen & Slim (2019)

Transformados em símbolo involuntário após um caso de violência policial ganhar repercussão nacional, dois jovens passam a ser perseguidos pelos Estados Unidos. Em “Queen & Slim – Os Perseguidos”, dirigido por Melina Matsoukas, a travessia do casal é marcada por medo e tensão constante. O que começou como um encontro casual se transforma em fuga desesperada, mostrando feridas raciais profundas pelo caminho.

Corra! (2017)

Dirigido por Jordan Peele, o longa acompanha Chris, um jovem fotógrafo negro que viaja para conhecer a família branca de sua namorada em uma propriedade isolada no interior dos Estados Unidos. O que começa como um fim de semana aparentemente cordial logo revela uma atmosfera estranha, marcada por comentários desconcertantes e comportamentos incomuns. Misturando terror psicológico e crítica racial afiada, o filme se tornou um marco contemporâneo do gênero.

Pantera Negra (2018)

Um dos filmes de maior sucesso do MCU, “Pantera Negra” (2018) acompanha T’Challa ao retornar a Wakanda para assumir o trono e enfrentar forças que ameaçam o futuro da nação. Dirigido por Ryan Coogler, o longa articula tradição, política e tecnologia em um embate que extrapola as fronteiras do reino africano fictício. No centro do conflito, antigas lealdades são tensionadas, entre elas a de W’Kabi, líder da tribo da Fronteira vivido por Daniel Kaluuya. Entre disputas internas e pressões externas, T’Challa precisa decidir que tipo de rei deseja ser.

Não! Não Olhe! (2022)

Sob o céu vasto do interior da Califórnia, estranhos acontecimentos passam a rondar uma fazenda administrada por dois irmãos que vivem da criação de cavalos para produções de Hollywood. Em “Não, Não Olhe” (2022), a tentativa de registrar o fenômeno transforma curiosidade em obsessão e medo. À medida que o mistério ganha contornos cada vez mais ameaçadores, a narrativa mistura espetáculo, crítica à indústria do entretenimento e terror cósmico.

Homem-Aranha: Através do Aranhaverso (2023)

Em “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” (2023), Miles Morales atravessa múltiplas dimensões após reencontrar Gwen Stacy e descobrir uma sociedade secreta de pessoas-aranha. Confrontado por versões distintas do herói e por regras que parecem determinar seu destino, ele passa a questionar o próprio papel nessa engrenagem. Entre elas está Hobie Brown, o Homem-Aranha Punk de postura anárquica, dublado por Daniel Kaluuya.

Skins (2007–2013)

Estreada em 2007, “Skins” retrata a vida intensa e desordenada de adolescentes em Bristol, explorando festas e crises baseadas na rebeldia da juventude. A série britânica ficou marcada pela abordagem crua de temas como saúde mental, sexualidade e conflitos familiares, sem romantizar excessos. Na primeira fase, Daniel Kaluuya interpreta Posh Kenneth, presença recorrente que tem um olhar crítico sobre o grupo.

Black Mirror – Episódio “Fifteen Million Merits” (2011)

Na primeira temporada de “Black Mirror”, o episódio “Fifteen Million Merits” apresenta uma sociedade em que pessoas vivem confinadas, pedalando para acumular créditos em troca de entretenimento e status. Quando Bing decide investir tudo para dar a Abi a chance de cantar em um programa de talentos, a promessa de liberdade revela um sistema ainda mais cruel. A narrativa expõe como sonhos podem ser engolidos pela lógica do espetáculo.

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